Descrição:

Este livro toma como ponto de partida o Pergaminho de Chinon, um manuscrito encontrado na Biblioteca Secreta do Vaticano em 2002, que indicia um perdão secreto dado aos templários pela Igreja, em 1308 - um ano após a perseguição feita aos cavaleiros. O manuscrito foi traduzido por especialistas diretamente a partir do documento original, em latim medieval. A sua tradução, bem como a transcrição, são publicadas pela primeira vez na língua portuguesa.

Para além da investigação sobre o referido pergaminho, este livro contém diversas revelações, nunca antes publicadas a nível mundial, sobre a Ordem do Templo, bem como outros artigos sobre a história da Ordem desde os seus primórdios, à sua continuação em Portugal como a Ordem de Cristo, até às sobrevivências atuais do espírito templário.

Face às recentes notícias divulgadas pela comunicação social, referentes à publicação pelo Arquivo Secreto do Vaticano do Pergaminho de Chinon e de outros documentos do processo de condenação dos cavaleiros templários, a Zéfiro chama a atenção para o fato de que o mesmo manuscrito já foi publicado em português precisamente um ano antes, fruto de um trabalho notável de transcrição, tradução e estudo, na obra O Perdão dos Templários.

O Perdão dos Templários é uma obra que foi lançada pela Zéfiro na Sexta-feira 13 de Outubro de 2006, 699 anos após a perseguição feita aos Templários em França em 1307 pelo Rei Filipe, o Belo. Na época, este fato causou tamanha perplexidade na Europa medieval que deu origem a uma superstição: a Sexta-feira 13 como sendo um dia aziago.

Sendo o resultado de um projecto inédito, a nível mundial, da editora Zéfiro, este livro toma como ponto de partida o Pergaminho de Chinon, um manuscrito encontrado na Biblioteca Secreta do Vaticano em 2001, e que indicia um "perdão secreto" dado aos templários pela Igreja, em 1308 - um ano após a perseguição feita aos cavaleiros. O manuscrito foi transcrito e traduzido pela Drª Filipa Roldão e a Drª Joana Serafim, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, diretamente a partir do documento original, em latim medieval. A sua tradução, bem como a transcrição, são publicadas pela primeira vez na língua portuguesa. No interior da obra encontra-se uma cópia a cores da frente e verso do Pergaminho de Chinon.

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